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Marcas aprendem a lidar com cliente virtual

nov 10

Marcas aprendem a lidar com cliente virtual
Fonte: Valor Econômico
As empresas que perceberam a relevância do meio digital estão fixando estratégias de marketing digital para conquistar o consumidor conectado. Mas encontrar o meio mais adequado para usar a internet para promover a marca e fazer negócios não é tão simples assim. O que as empresas têm que saber é que, independentemente de terem ou não uma presença institucional na rede, elas já estão presentes nesse ambiente.
“As marcas já estão lá, porque se fala delas e elas devem estar preparadas para lidar com isso. Com a imprensa, as empresas aprenderam a lidar e mantêm assessorias com esse fim. Mas o mesmo não se aplica ao universo digital”, diz Marcelo Veloso, diretor da Oslo Digital, empresa de monitoramento e análise de marcas no ambiente digital. “O comportamento do consumidor não é diferente do mundo real, porque as pessoas comentam sobre empresas e produtos na fila do banco, a diferença é que na rede isso ganha escala numa proporção ilimitada.”
Para Maria Luzia Lopez, diretora de mídia da Unilever, há uma conversa acontecendo e a empresa quer participar. O consumidor é o mesmo e espera a mesma postura de transparência que a empresa tem na TV. “Temos que estar preparados para continuar a conversa e oferecer conteúdo relevante”, diz. A empresa investe desde 2005 no universo digital e tem dois focos: redes sociais e mobile marketing. Com base em pesquisas, a empresa identificou que 75% dos acessos às redes sociais são via dispositivos móveis. Para isso, mantém três agências especializadas, Cubo, FBiz e Ogilvy, para atender ao conjunto de marcas do grupo.
As iniciativas são diferenciadas para cada marca. O foco da marca Seda na internet, por exemplo, é relacionamento. A empresa monitora o que está sendo falado e tenta criar um diálogo. Ao perceber uma conversa sobre cabelos, pede licença e oferece uma orientação, além da opção de o consumidor receber uma amostra de produto. O foco de foods (Ades, Knorr, Kibon, Hellmans entre outras) é receitas. Um dos projetos é a plataforma Recepedia, site colaborativo de receitas para todas as marcas de alimentos.
A proliferação de dispositivos diferentes – PCs, notebooks, celulares, smartphones e tablets – é outro desafio, segundo Luís Minoru Shibata, diretor de consultoria da PromonLogicalis. São vários tamanhos de telas e sistemas operacionais, velocidades de conexão que resultam em diferentes recursos e limitações de navegação. “As empresas têm que estar atentas para o fato de que seus consumidores são diferentes e nem todos os dispositivos oferecem a mesma experiência. Para terem uma boa reputação de suas marcas, as empresas têm que se lembrar disso.”
Para as empresas de produtos de massa, a medição da contribuição das estratégias digitais nas vendas é limitada. O que o consumidor faz no meio digital pode ser medido, mas o quanto isso impacta a ida às gôndolas é uma incógnita. O que se consegue medir, por meio de pesquisas qualitativas, são os efeitos sobre a marca em termos de atributos de inovação, modernidade e transparência.
Na incorporadora de imóveis Tecnisa, o desafio não é tão grande porque a empresa mantém um grupo de 44 corretores para trabalhar 100% on-line e atender os clientes que tiveram algum contato digital. Hoje, essas vendas representam 35% dos negócios da empresa. Presente na rede desde 2001, a companhia tem a estratégia de manter um diretor de internet e um gerente de redes sociais.
“O trabalho do gerente é monitorar as redes, gerenciar crises, prover conteúdo e buscar engajamento. Desde 2006, mantemos um blog corporativo sem censura e sem moderador, o que muitas vezes o torna um canal de tensão”, diz Romeo Buscarello, diretor de internet. Ele conta que a Tecnisa foi reconhecida pelo Google como a maior empresa de real state de links patrocinados.

URL da matéria: http://www.valoronline.com.br/impresso/fbiz/52433/334145/marcas-aprendem-a-lidar-com-cliente-virtual

Fonte: Valor Econômico

As empresas que perceberam a relevância do meio digital estão fixando estratégias de marketing digital para conquistar o consumidor conectado. Mas encontrar o meio mais adequado para usar a internet para promover a marca e fazer negócios não é tão simples assim. O que as empresas têm que saber é que, independentemente de terem ou não uma presença institucional na rede, elas já estão presentes nesse ambiente.


“As marcas já estão lá, porque se fala delas e elas devem estar preparadas para lidar com isso. Com a imprensa, as empresas aprenderam a lidar e mantêm assessorias com esse fim. Mas o mesmo não se aplica ao universo digital”, diz Marcelo Velloso, diretor da Oslo Digital, empresa de monitoramento e análise de marcas no ambiente digital. “O comportamento do consumidor não é diferente do mundo real, porque as pessoas comentam sobre empresas e produtos na fila do banco, a diferença é que na rede isso ganha escala numa proporção ilimitada.”

Para Maria Luzia Lopez, diretora de mídia da Unilever, há uma conversa acontecendo e a empresa quer participar. O consumidor é o mesmo e espera a mesma postura de transparência que a empresa tem na TV. “Temos que estar preparados para continuar a conversa e oferecer conteúdo relevante”, diz. A empresa investe desde 2005 no universo digital e tem dois focos: redes sociais e mobile marketing. Com base em pesquisas, a empresa identificou que 75% dos acessos às redes sociais são via dispositivos móveis. Para isso, mantém três agências especializadas, Cubo, FBiz e Ogilvy, para atender ao conjunto de marcas do grupo.

As iniciativas são diferenciadas para cada marca. O foco da marca Seda na internet, por exemplo, é relacionamento. A empresa monitora o que está sendo falado e tenta criar um diálogo. Ao perceber uma conversa sobre cabelos, pede licença e oferece uma orientação, além da opção de o consumidor receber uma amostra de produto. O foco de foods (Ades, Knorr, Kibon, Hellmans entre outras) é receitas. Um dos projetos é a plataforma Recepedia, site colaborativo de receitas para todas as marcas de alimentos.

A proliferação de dispositivos diferentes – PCs, notebooks, celulares, smartphones e tablets – é outro desafio, segundo Luís Minoru Shibata, diretor de consultoria da PromonLogicalis. São vários tamanhos de telas e sistemas operacionais, velocidades de conexão que resultam em diferentes recursos e limitações de navegação. “As empresas têm que estar atentas para o fato de que seus consumidores são diferentes e nem todos os dispositivos oferecem a mesma experiência. Para terem uma boa reputação de suas marcas, as empresas têm que se lembrar disso.”

Para as empresas de produtos de massa, a medição da contribuição das estratégias digitais nas vendas é limitada. O que o consumidor faz no meio digital pode ser medido, mas o quanto isso impacta a ida às gôndolas é uma incógnita. O que se consegue medir, por meio de pesquisas qualitativas, são os efeitos sobre a marca em termos de atributos de inovação, modernidade e transparência.

Na incorporadora de imóveis Tecnisa, o desafio não é tão grande porque a empresa mantém um grupo de 44 corretores para trabalhar 100% on-line e atender os clientes que tiveram algum contato digital. Hoje, essas vendas representam 35% dos negócios da empresa. Presente na rede desde 2001, a companhia tem a estratégia de manter um diretor de internet e um gerente de redes sociais.

“O trabalho do gerente é monitorar as redes, gerenciar crises, prover conteúdo e buscar engajamento. Desde 2006, mantemos um blog corporativo sem censura e sem moderador, o que muitas vezes o torna um canal de tensão”, diz Romeo Buscarello, diretor de internet. Ele conta que a Tecnisa foi reconhecida pelo Google como a maior empresa de real state de links patrocinados.

Marcelo Velloso e Oslo Digital no Valor Economico

Valor Econômico: Especial Negócios na Rede (10/11/2010)

Campanha da Oslo Digital para o GNT em mídias sociais

jun 29

Trabalho da Oslo Digital para promover em mídias sociais a Semana Especial Michael Jackson, do GNT, repercute na imprensa.

O GNT exibiu na última semana de junho de 2010 uma programação especial com documentários, minisséries e filmes inéditos em homenagem ao Rei do Pop em seu aniversário de morte. A Oslo Digital preparou um pacote completo para mídia online baseado no conceito “Michael Jackson não morreu”, com o intuito de gerar curiosidade entre os internautas.

Logo do GNT com Twibbon do Michael Jackson

Ficamos responsáveis por alimentar a fanpage do canal e distribuir conteúdo através do Twitter do GNT (http://twitter.com/canalgnt): fatos sobre Michael Jackson, links para trechos dos programas e lembrete dos horários de exibição, entre outros. Também criamos um ícone no Twibbon que representava Michael Jackson e que usuários do Twitter e do Facebook podiam incluir como uma marca sobre as imagens de seus avatares.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra no site do M&M Online.

Oslo Digital no M&M Online - GNT Michael Jackson - 29-06-2010 - zoom

CAT entrevista Henry Jenkins e conhece a “Casa” do @SomosLab

mai 31

A semana passada foi agitada na Casa do @SomosLab, núcleo de inovação composto pela Oslo Digital. O motivo principal foi a visita de Henri Jenkins, autor de “Cultura da Convergência”.

Além de Jenkins, e por causa dele, também tivemos o prazer de receber Erika Mader e a equipe do “Bastidores”, programa do canal Multishow; Beto Largman, autor da coluna Feira Moderna do O Globo; e o Carlos Alberto Teixeira, o CAT, autor de Catalisando, também do O Globo.

Veja a seguir o print da entrevista do CAT com o Jenkins.

Entrevita do CAT com Henri Jenkins

Entrevita do CAT com Henri Jenkins

CAT entrevista Henri Jenkins

CAT entrevista Henri Jenkins

Leia  a entrevista na íntegra no link abaixo:

http://oglobo.globo.com/blogs/cat/post.asp?cod_post=295917

Núcleo @SomosLab vira “Antena Transmissora” após Henri Jenkins

mai 31

Nosso núcelo de inovação, o @SomosLab, formado pelas empresas Kaus, Hands, Alquimistas e nós, Oslo Digital, recebe reconhecimento de “Antena Transmissora Carioca” pelo Carlos Alberto Teixeira, colunista te tecnologia do jornal O Globo.

Nossa Casa agora é uma entidade, e passa a se escrever com “C” maiúsculo.

Estamos honrados e orgulhosos. Obrigado CAT!

Matéria publicada pelo CAT

Matéria publicada pelo CAT

Matéria publicada pelo CAT

Matéria publicada pelo CAT

Leia o original no endereço abaixo:

http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/05/31/henry-jenkins-guru-da-transmidia-aposta-no-brasil-916736908.asp

Visita ilustre de Henry Jenkins na Oslo Digital

mai 28

Esta semana, de 24/05 a 28/05, estamos tendo o prazer de receber em nossa casa Henry Jenkins, autor de “Cultura da Convergência”, e um dos principais pensadores do impacto das novas tecnologias na nossa vida.

Jenkins está no Brasil para uma série de palestras organizadas pelos nossos parceiros, Os Alquimistas, empresa de Mauricio Mota.

Sua última visita em nossa casa será hoje, às 16:30h, para uma entrevista com Beto Largman, autor do blog Feira Moderna, do O Globo. O encontro será transmitido ao vivo no blog, e quem quiser participar poderá fazer perguntas pelo chat do streaming ou pelo Twitter, através da hasthag #henryjenkinsbr.

Segue abaixo o link para o post sobre o encontro:

http://oglobo.globo.com/blogs/largman/posts/2010/05/27/um-encontro-com-henry-jenkins-os-alquimistas-este-blogueiro-294957.asp

A Oslo Digital faz parte da @SomosLab, um núcleo de inovação que está sendo criado numa bela casa no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, junto com Os Alquimistas, a Hands Mobile, e a produtora Kaus Mídia.

Post do Beto Largman, do blog Feira Moderna, O Globo, sobre visita de Henry Jenkins

Post do Beto Largman, do blog Feira Moderna, O Globo, sobre visita de Henry Jenkins

Post do Beto Largman, do blog Feira Moderna, O Globo, sobre visita de Henry Jenkins





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