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Posts em ‘Publicidade online’

A Era do Salto (Gratuidade e Consumo na Web)

jun 10

Na última quarta-feira, Seth Godin postou em seu blog um texto sobre a “era do salto”. O post fala sobre como a possibilidade de consumir produtos disponibilizados gratuitamente na internet, gera uma necessidade no produtor de conteúdo de ser mais criativo para tentar convencer os consumidores a pagar pelo seu produto.

Preferir consumir itens de graça a pagar por algo não é uma novidade do meio digital. Entretanto, Godin acredita em duas coisas que mudaram a sociedade e aumentaram o salto entre o grátis e o pago:

1 - À medida que mais atividades comerciais envolvem bens digitais (website, ebooks etc), a ideia de espalhar a gratuidade em benefício da descoberta de informação é economicamente possível – se você acreditar que essa gratuidade irá gerar um lucro maior ao longo prazo. O custo de apenas uma cópia é zero, então você pode escolher um item digital sem se corromper.

2 - A cultura de consumo digital gratuito evoluiu e tem sido adotada por um grande segmento de consumidores cobiçados pelo mercado (adolescentes, pessoas com alto grau de escolaridade, classe média)

As pessoas fazem um salto ao comprar algo que é disponibilizado de graça. Por exemplo, existe um salto entre ouvir uma música no rádio e comprar essa mesma música. Godin acredita que esse salto era mais fácil anos atrás. O crescimento da viralização de ideias e produtos pelo meio digital aumentou o salto da gratuidade ao ponto que algumas pessoas não irão mais pagar por nada que elas não possam evitar.

A aposta que um produtor faz quando disponibiliza algo gratuitamente, é a de que seu produto será descoberto, ganhará atenção, e depois uma parte do público acabará pagando para consumi-lo. O que acaba sendo esquecido é que o salto faz, sim, parte do esquema.

O que está mudando é que, à medida que o salto da gratuidade aumenta, as pessoas começam a se sentirem bobas ao pagar por algo quando existe um substituto grátis e de fácil acesso. Esse novo quadro de gratuidade significa que quem tem algo para vender vai ter que se esforçar muito mais para inventar maneiras que não darão espaço para um substituto gratuito.

Nesse contexto, conhecer o seu públicosaber se comunicar com ele fará toda a diferença na hora da decisão da compra. Com cada vez mais opções para se escolher, o consumidor valoriza a marca que investe em relacionamento.

A “era do salto” não significa que as pessoas devam deixar de pagar por todos os produtos que consomem, tampouco significa que é impossível ganhar dinheiro após disponibilizá-lo online. A discussão em cima da gratuidade (ou não) de produtos na era digital ainda tem muito caminho pela frente.

Mas, como o próprio Godin afirma no vídeo abaixo, no qual ele conta sobre a decisão de disponibilizar seu livro,“Unleashing the Idea Virus”, gratuitamente na internet: “Isso muda tudo.”

PressPausePlay – Animated Content from Stuart Langfield on Vimeo.

Fontes:

http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2011/06/discovery-free-145.html

http://www.psfk.com/2011/06/seth-godin-and-the-culture-of-free.html

http://pontoeletronico.wordpress.com/2011/05/17/play/

Como anda sua imagem na internet?

abr 18

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No mundo virtual, a visão que as pessoas têm sobre a sua marca é proporcional ao que dizem sobre você. Como gerenciar a imagem da sua empresa quando uma busca do Google pode definir se o consumidor terá uma impressão boa ou ruim sobre a sua empresa? Inspiradas em matéria da revista Info, veja 5 dicas básicas para trabalhar a sua reputação virtual:

1-Tenha uma voz ativa

O primeiro passo para poder gerenciar a sua presença online é ter uma presença online. Procure ter perfis em redes sociais relevantes para a sua marca e seu público e alimente-os com conteúdo que apresente a imagem e valores que você deseja passar. E procure ter a sua própria “minirrede” montando links entre os seus perfis.

2-Saiba o que estão falando sobre você

Monitore o que os seus consumidores estão falando sobre o seu produto e serviço e conheça quem são as pessoas que falam sobre você na internet. São mulheres? Jovens? Solteiros ou casados? Aprenda sobre o seu público para poder falar diretamente com ele.

3-Se relacione com o seu público

Interaja com o seu público-alvo. Não ignore as menções a respeito da sua marca, tampouco responda apenas a elogios. O seu público só terá um engajamento positivo e duradouro com o seu conteúdo online se eles tiverem confiança de que serão ouvidos e respeitados.

4-Seja rápido

Aceite que não é possível controlar o que os internautas falam sobre a sua marca. Esteja consciente que, no meio virtual, a marca pertence ao usuário. Monitore as menções sobre a sua marca para identificar situações que possam indicar algum risco para a sua imagem virtual, como uma reclamação no Twitter ou um post mais ácido em um blog.

5-Seja transparente

Aja como se tudo o que você diz no meio online (e offline) possa ser rastreado por qualquer um e usado contra você, porque isso realmente pode acontecer. É preciso manter um discurso homogêneo; a mensagem que você anuncia publicamente deve ser consistente com a que você compartilha a portas fechadas.

Mídias sociais transformam o marketing de marcas

set 15

Empresas conquistam público quando usam mídias sociais

Quatro em cada 10 companhias entrevistadas em uma pesquisa americana acreditam que as mídias sociais criam novos desafios para a manutenção da integridade de uma marca. Enquanto isso, mais da metade crê que a comunicação online traz o melhor retorno sobre investimento

Quando chegam às mídias sociais, as empresas percebem que a relação entre suas marcas e os consumidores está mudando. Afinal, essas mídias abrem um canal em que consumidores podem trocar impressões, e dão a eles o poder de transmitirem suas opiniões sobre marcas, produtos e serviços com um poder muito maior do que o tradicional boca a boca.  Para as empresas, isso pode ser assustador, já que o departamento de marketing não está mais no controle da mensagem.

É isso que atesta uma pesquisa divulgada pelo e-marketer.com. Desenvolvida pela agência de branding MiresBell e pela empresa de pesquisa KRC Research, ela consultou representantes de marcas de todo o mundo e descobriu que para 40% dos entrevistados, as mídias sociais representam novos desafios à integridade de suas marcas.

As mídias sociais representam novos desafios à integridade das marcas

Mas, com 500 milhões de consumidores utilizando sites de redes sociais como o Twitter e Facebook, os desafios podem valer a pena. Mais da metade dos representantes contou à pesquisa que conseguiram atrair novos consumidores com a utilização dessas mídias. Entre as empresas consultadas, 80% esperam utilizar as mídias sociais efetivamente entre os próximos dois anos, e 68% consideram que as comunicações online geram o melhor retorno sobre investimento (ROI), .

O estudo sugeriu que as empresas, na ânsia de fazer sucesso viral nas mídias sociais, podem correr o risco de apostar em campanhas que não se encaixam verdadeiramente na mensagem original do produto ou empresa. Elas consideram que o modo mais eficiente de comunicar uma marca é sempre permanecer verdadeiro à sua mensagem. Ao mesmo tempo, afirmaram estar dispostos a afastar-se dessa estratégia – especialmente ao lidarem com mídias sociais.

Acreditam que as mídias sociais podem atrair novos consumidores.

A pesquisa foi conduzida no início de 2010, entre 189 donos de companhias, executivos e gerentes de marca. Os participantes representavam pequenas, médias e grandes empresas com rendimentos que variam entre US$ 10 milhões ou menos por ano (37%) a mais de US$1 bilhão anuais (22%). As empresas pertenciam a várias áreas de atuação, como indústria, tecnologia, saúde, energia, entretenimento, viagens & hotelaria, serviços financeiros, alimentos & bebidas e telecomunicações.

Confira a pesquisa completa em PDF aqui.

Você já percebeu que as relações dos consumidores com a sua marca está modificando? Faria de tudo para que sua marca emplacasse um “viral” na internet? Como você acha que isso ajudaria de fato na percepção que as pessoas têm do seu produto ou serviço? Opine.

Mídia online: 5 conceitos básicos para anunciar na internet

jan 21

Por muito tempo, anunciar foi sinônimo de comprar tempo e espaço.  Essas dimensões fazem parte da nossa vida e entender suas medidas (segundos, quinzenas, centímetros, páginas) é muito simples. Mas quando se fala de mídia online, as medidas já não são mais tão familiares.

Impressões, palavra-chave, CTR, CPC, conversões: cada termo é um novo conceito. Por isso, é difícil (e assustador) para muita gente entender as métricas usadas em links patrocinados, anúncios em rede de conteúdo e outras mídias por performance.

Para tranquilizar os novos anunciantes digitais, explicamos 5 conceitos básicos para quem quer começar a entender como funcionam as campanhas online.

1- Impressão: é uma exibição do anúncio. Dizer que uma peça teve 100.000 impressões significa dizer que ela foi exibida 100.000 vezes nos locais que você determinou.

2- Palavra-chave: é um termo que ativa a exibição do seu anúncio quando é buscado pelo usuário ou quando está presente no texto de um site da rede de conteúdo. Por exemplo: um curso de culinária pode escolher exibir seu anúncio para o usuário quando ele busca palavras-chave ou expressões-chave como “cozinhar”, “receitas”, e “aprender a cozinhar”.

As palavras-chave também podem ter o efeito de evitar a exibição de um anúncio: são as chamadas “negativas”. No nosso exemplo, podemos escolher as palavras-chave negativas “médicas” e “barro”, para que o anúncio não seja exibido quando alguém procura por “cozinhar barro” ou “receitas médicas”.

3- CTR (click-through rate ou taxa de cliques): é a relação entre quantas impressões seu anúncio teve e quantos cliques ele recebeu. Para calcular o CTR, dividimos o número de cliques pelo de impressões e obtemos uma porcentagem.

4- CPC (custo por clique): é o valor que o anunciante paga cada vez que seu anúncio é clicado. Se um anúncio é clicado 200 vezes e o CPC é sempre de R$0,50, o investimento total será de R$100 –e é só isso o que o usuário paga pela mídia. Simples assim.

5- Conversão: é o cumprimento de uma meta. O número de conversões corresponde ao número de usuários que realizaram uma ação definida como objetivo da campanha. Por exemplo: uma loja virtual que faz uma campanha de vendas pode definir como meta de conversão a confirmação de um pedido de compra. O número de conversões será o número de usuários que, impactados pela campanha, concluíram o processo de compra e confirmaram o pedido. Qualquer ação do usuário pode ser definida como meta, de acordo com o objetivo da campanha.

Para conhecer outros conceitos, acesse o Glossário de termos do Google AdWords, ótima fonte sobre o assunto.

Google WAVE

set 29

A mais recente ferramenta para comunicação e colaboração na web. Assista ao vídeo demonstrativo, cadastre-se para atualizações e também para aprender mais sobre como desenvolver com o Google Wave.





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