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Busca

 

Comportamento de buscas: como os brasileiros usam o Google

set 01

Há algumas semanas foram divulgados resultados de uma pesquisa realizada pela iProspect Brasil e o Google sobre o comportamento de busca dos usuários do Google e a influência que marketing offline exerce durante as pesquisas.

Entre os resultados, descobrimos que:

Infográfico Como os brasileiros buscam na internet

E o Google tem trabalhado para aprimorar esse sistema de buscas. Ainda no mês de agosto eles anunciaram que já estão conduzindo as pesquisas pelo seu novo algoritmo, Panda, que opera em várias línguas, incluindo o Português. Os ajustes no algoritmo pretendem refinar cada vez mais as buscas, evitado indicar sites de baixa qualidade, criados somente para atrair tráfego, muitas vezes pela cópia do conteúdo original de outros sites.

Quando efetuamos uma busca, o algoritmo do Google detecta, entre os inúmeros sites da internet, aqueles que contenham os termos que pesquisamos. Ao mesmo tempo, ele classifica a relevância dos resultados de acordo com alguns fatores, como o número de vezes em que o termo de busca aparece em uma página. Páginas mais relevantes surgem nas primeiras posições entre os resultados de busca, como aqueles que possuem maior relação com o termo que pesquisamos.

Sobre o processo de aprimoramento da ferramenta, o Google publicou um vídeo em que podemos conferir o trabalho da equipe. O vídeo menciona a modificação da opção “Você quis dizer…?”. Quando buscávamos um termo com algum erro de digitação, a ferramenta nos dava a opção de buscas pelo termo que eles detectavam ser o correto. Hoje, mesmo que haja um erro na digitação, podemos acessar diretamente os resultados da palavra correspondente com mais chances de ser aquela que nós pretendíamos buscar. Mas ainda dá a opção para que vejamos o resultado de busca da palavra que digitamos, no caso de ser daquele jeito mesmo. Afinal, o Google pode saber muito, mas às vezes não sabe tudo.

Confira o vídeo (em inglês):

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Facebook lança guia de soluções para empresas e sai na frente do Google+

ago 08

fb business2

O papo da semana passada era que o Facebook lançou um guia para ajudar empresas a conhecerem as possibilidades disponíveis para atuação nesta rede social. O guia tem conteúdo apenas parcialmente traduzido para o português, mas traz uma explicação em linguagem mais educativa e resumida das idéias já implementadas no Facebook. Ele foi anunciado como um tutorial para pequenas empresas explorarem o potencial da rede, divulgando assim soluções que as agências de marketing digital já conheciam.

O lançamento acabou sendo visto como uma maneira de fazer frente ao Google+, que pouco antes tinha excluído perfis ligados diretamente a negócios, pedindo para que as empresas esperassem o período de testes passar, deixando no ar que poderá ainda desenvolver uma solução para acomodá-las. Enquanto isso, o Facebook quer sair na frente.

As soluções são:

  • As já conhecidas Fanpages (reafirmando a regra de reservar as Páginas para empresas, deixando os Perfis somente para pessoas físicas)
  • Anúncios (Social Ads), que nada mais são do que os bem-sucedidos anúncios por clique segmentados pelos interesses do usuário. É o espaço para mídia do Facebook.
  • Histórias patrocinadas: resumidamente, são notificações a cada inteiração de um usuário com a marca no Facebook, visível para todos os seus amigos.
  • Plataforma, ou seja, a possibilidade de incorporar aplicativos desenvolvidos especialmente para o Facebook, divulgando a marca de modo criativo, lúdico e personalizado.

Essas são algumas das razões apresentadas pelo Facebook para atrair o investimento das empresas:

  • Oportunidade de manter um relacionamento direto e significativo com os consumidores.
  • Rede já está presente na vida cotidiana de milhões de pessoas e o alcance em escala global, mesmo destacando que o importante é falar com o público que lhe interessa.
  • Oportunidade de construção de uma rede de referências, já que as recomendações pessoais são apontadas como tendo alto fator de influência entre seus amigos.

Mas, antes de correr para o Facebook, a empresa já pensou em como organizar a sua estratégia? Ou ainda, se uma ação no Facebook é o melhor para ela? Qual a linguagem a ser utilizada? É lá que os seus consumidores se encontram? Das coisas mais mecânicas, desde a freqüência das postagens até uma análise preliminar de como sua marca é vista nas mídias sociais, pode ser mais saudável pra marca um acompanhamento profissional.

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Projeto Acredite & Oslo Digital: um case

jul 21

Projeto Acredite é uma iniciativa do Universal Channel que funciona como uma fonte de inspiração para o mercado publicitário. Ano passado gerou um livro, com peças produzidas por nomes consagrados da Publicidade brasileira em torno do mesmo tema: em que você acredita na Publicidade? Agora é a vez dos estudantes de Comunicação Social, Marketing e Design revelarem no que acreditam.

Oslo Digital acabou de participar da iniciativa com a implementação de toda estratégia de comunicação online do projeto, com uma integração de soluções relacionadas à mídia, relacionamento e conteúdo.

Como tínhamos um curto prazo de atuação, nosso desafio era divulgar o projeto, engajar e oferecer suporte a tempo da data limite para o envio dos trabalhos. O objetivo era atingir o máximo de pessoas com interesse direcionado aos valores que cercam o projeto: inserção no mercado, crenças, inspirações, expectativas, opiniões em formação. Mapear e entender aquilo que interessaria e sobre o que falam essas pessoas permeou toda a estratégia, desde a busca por hubs até o planejamento de links patrocinados. A estratégia se deu em 3 etapas: abordagem inicial (conhecimento), canais sociais (inserção, motivação) e, acima de tudo, encaminhamento para o site oficial (participação de fato).

Utilizamos, nesse projeto, links patrocinados e mídia gráfica. Buscamos ligar a campanha à busca por estágios em Publicidade, como montar portfólio, entre outros termos, a fim de encontrar o público desejado: o universitário que aspira a um lugar no mercado. Para mídias gráficas, demos preferência para sites de conteúdo geralmente mais visitados por estudantes do que por profissionais do mercado.

FRANGO acredite POST

B9 ACREDITE POST

Trabalhamos com seeding no Twitter, refinando a busca para encontar estudantes universitários dispostos a refletir e compartilhar suas inspirações. A abordagem foi leve, personalizada, e convocava à participação.

post acredite

Observamos que os ambientes em mídias sociais do Projeto Acredite Universitários (Twitter e Facebook) demandavam um conteúdo inspiracional, muito além de marcas e práticas mercadológicas. Portanto, deveria mover o público-alvo a refletir sobre aquilo que eles sentem de mais profundo nessa profissão.

Eis alguns exemplos do que utilizamos:

  • “Mais difícil do que ter uma grande idéia é reconhecer uma. Especialmente se for de outra pessoa!” Washington Olivetto
  • Tipologia, design e inspiração: confira 10 opiniões do que seria a criatividade.
  • tumblr_lo5ae2M1Pp1qlat65o1_500

  • Conheça o criativo trabalho do diretor PES. Os vários vídeos em curta-metragem do canal são animações que abusam de materiais inusitados. Uma maneira de se inspirar e deixar a imaginação fluir.

Agradecemos bastante a parceria com a agência Script, Kindle, ArtPresse e Campi Marketing Universitário. Assim, a campanha excedeu as expectativas a atingiu alunos de todo o Brasil.

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A Era do Salto (Gratuidade e Consumo na Web)

jun 10

Na última quarta-feira, Seth Godin postou em seu blog um texto sobre a “era do salto”. O post fala sobre como a possibilidade de consumir produtos disponibilizados gratuitamente na internet, gera uma necessidade no produtor de conteúdo de ser mais criativo para tentar convencer os consumidores a pagar pelo seu produto.

Preferir consumir itens de graça a pagar por algo não é uma novidade do meio digital. Entretanto, Godin acredita em duas coisas que mudaram a sociedade e aumentaram o salto entre o grátis e o pago:

1 - À medida que mais atividades comerciais envolvem bens digitais (website, ebooks etc), a ideia de espalhar a gratuidade em benefício da descoberta de informação é economicamente possível – se você acreditar que essa gratuidade irá gerar um lucro maior ao longo prazo. O custo de apenas uma cópia é zero, então você pode escolher um item digital sem se corromper.

2 - A cultura de consumo digital gratuito evoluiu e tem sido adotada por um grande segmento de consumidores cobiçados pelo mercado (adolescentes, pessoas com alto grau de escolaridade, classe média)

As pessoas fazem um salto ao comprar algo que é disponibilizado de graça. Por exemplo, existe um salto entre ouvir uma música no rádio e comprar essa mesma música. Godin acredita que esse salto era mais fácil anos atrás. O crescimento da viralização de ideias e produtos pelo meio digital aumentou o salto da gratuidade ao ponto que algumas pessoas não irão mais pagar por nada que elas não possam evitar.

A aposta que um produtor faz quando disponibiliza algo gratuitamente, é a de que seu produto será descoberto, ganhará atenção, e depois uma parte do público acabará pagando para consumi-lo. O que acaba sendo esquecido é que o salto faz, sim, parte do esquema.

O que está mudando é que, à medida que o salto da gratuidade aumenta, as pessoas começam a se sentirem bobas ao pagar por algo quando existe um substituto grátis e de fácil acesso. Esse novo quadro de gratuidade significa que quem tem algo para vender vai ter que se esforçar muito mais para inventar maneiras que não darão espaço para um substituto gratuito.

Nesse contexto, conhecer o seu públicosaber se comunicar com ele fará toda a diferença na hora da decisão da compra. Com cada vez mais opções para se escolher, o consumidor valoriza a marca que investe em relacionamento.

A “era do salto” não significa que as pessoas devam deixar de pagar por todos os produtos que consomem, tampouco significa que é impossível ganhar dinheiro após disponibilizá-lo online. A discussão em cima da gratuidade (ou não) de produtos na era digital ainda tem muito caminho pela frente.

Mas, como o próprio Godin afirma no vídeo abaixo, no qual ele conta sobre a decisão de disponibilizar seu livro,“Unleashing the Idea Virus”, gratuitamente na internet: “Isso muda tudo.”

PressPausePlay – Animated Content from Stuart Langfield on Vimeo.

Fontes:

http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2011/06/discovery-free-145.html

http://www.psfk.com/2011/06/seth-godin-and-the-culture-of-free.html

http://pontoeletronico.wordpress.com/2011/05/17/play/

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Liberdade, futebol e internet

mai 27

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No último domingo, dia 22, um artigo no NY Times tratou do caso mais recente dentro da discussão sobre liberdade de expressão na internet. O que começou com boatos sobre um caso entre um jogador de futebol e uma ex-BBB na Inglaterra se transformou em um debate sobre até onde as leis de cada país referentes a direito de privacidade se encaixam no ciberespaço.

A situação: Quando a notícia do caso extraconjugal se espalhou através de comentários pelo Twitter, o jogador Ryan Giggs ganhou o direito a uma “super-injuction”, uma medida legal do governo inglês que proíbe a imprensa  de mencionar qualquer coisa sobre o assunto, nem mesmo usar o nome do jogador.

O resultado: Ao invés de limitar a repercussão da história, a medida só fez com que as menções na internet sobre o caso aumentassem. O número de usuários que comentaram a história já passou dos 70 mil, e vários vídeos ironizando a reação do jogador foram postados no Youtube.

O caso de Giggs se espalhou através do ciberespaço, rompendo fronteiras entre um acontecimento local e global. Qualquer pessoa com um computador e uma opinião em qualquer canto do mundo pode fazer seu comentário. E esse comentário possui o potencial de ser visualizado por milhares de outros internautas.

Após a popularização das redes sociais, o volume da produção de conteúdo aumentou de maneira significativa. Isso fez com que a luta entre defensores da liberdade do uso anônimo nos canais virtuais e defensores de uma postura transparente na internet (vide infográfico) se tornasse ainda mais inflamada. Entretanto, não há como fugir de uma noção que tem se fortalecido na conjuntura atual da websfera:

Tudo é online, até o que acontece fora da internet.

O caso de Giggs é um exemplo de como a linha entre o online e offline está cada vez mais difícil de ser traçada, e o que acontece na “vida real” rapidamente se espalha pelo ciberespaço e vice versa. Não adianta ignorar o que acontece no meio virtual ou tentar ter posturas diferentes online e offline. É preciso gerenciar o que falam sobre você sem atacar os usuários.

O que você tem feito para gerenciar sua presença na internet?

Fontes:

http://www.nytimes.com/2011/05/23/technology/23twitter.html?_r=3&src=rechp

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/920115-envolvido-em-escandalo-com-ex-bbb-giggs-falta-a-treinamento.shtml

http://www.crisdias.com/2011/05/24/o-jogador-de-futebol-que-tentou-calar-o-twitter/

imagem: http://www.flickr.com/photos/anonymous9000/

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