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Facebook lança guia de soluções para empresas e sai na frente do Google+

ago 08

fb business2

O papo da semana passada era que o Facebook lançou um guia para ajudar empresas a conhecerem as possibilidades disponíveis para atuação nesta rede social. O guia tem conteúdo apenas parcialmente traduzido para o português, mas traz uma explicação em linguagem mais educativa e resumida das idéias já implementadas no Facebook. Ele foi anunciado como um tutorial para pequenas empresas explorarem o potencial da rede, divulgando assim soluções que as agências de marketing digital já conheciam.

O lançamento acabou sendo visto como uma maneira de fazer frente ao Google+, que pouco antes tinha excluído perfis ligados diretamente a negócios, pedindo para que as empresas esperassem o período de testes passar, deixando no ar que poderá ainda desenvolver uma solução para acomodá-las. Enquanto isso, o Facebook quer sair na frente.

As soluções são:

  • As já conhecidas Fanpages (reafirmando a regra de reservar as Páginas para empresas, deixando os Perfis somente para pessoas físicas)
  • Anúncios (Social Ads), que nada mais são do que os bem-sucedidos anúncios por clique segmentados pelos interesses do usuário. É o espaço para mídia do Facebook.
  • Histórias patrocinadas: resumidamente, são notificações a cada inteiração de um usuário com a marca no Facebook, visível para todos os seus amigos.
  • Plataforma, ou seja, a possibilidade de incorporar aplicativos desenvolvidos especialmente para o Facebook, divulgando a marca de modo criativo, lúdico e personalizado.

Essas são algumas das razões apresentadas pelo Facebook para atrair o investimento das empresas:

  • Oportunidade de manter um relacionamento direto e significativo com os consumidores.
  • Rede já está presente na vida cotidiana de milhões de pessoas e o alcance em escala global, mesmo destacando que o importante é falar com o público que lhe interessa.
  • Oportunidade de construção de uma rede de referências, já que as recomendações pessoais são apontadas como tendo alto fator de influência entre seus amigos.

Mas, antes de correr para o Facebook, a empresa já pensou em como organizar a sua estratégia? Ou ainda, se uma ação no Facebook é o melhor para ela? Qual a linguagem a ser utilizada? É lá que os seus consumidores se encontram? Das coisas mais mecânicas, desde a freqüência das postagens até uma análise preliminar de como sua marca é vista nas mídias sociais, pode ser mais saudável pra marca um acompanhamento profissional.

Comportamento do Consumidor: A sua empresa tem o Fator F?

mai 09

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(fonte: trendwatching.com)

Em seu relatório referente ao mês de maio, o site especializado em tendências de consumo TrendWatching.com chegou à seguinte conclusão: na hora da compra, o consumidor se baseia no Fator F para tomar a sua decisão. E o que é o Fator F? É o composto formado por amigos, fãs e seguidores (friends, fans e followers, em inglês). E esse Fator F tem se tornado cada vez mais sofisticado e poderoso.

O Fator F: Consumidores têm se virado para sua rede de amigos, fãs e seguidores para descobrir, discutir e adquirir bens e serviços, de maneiras cada vez mais sofisticadas. Como resultado, nunca foi tão importante para as marcas que elas também possuam o Fator F.

Mas por que o Fator F é tão importante para os consumidores?

Ele oferece a promessa de uma “arena de consumo” que é mais eficiente, mais relevante e mais interessante. Esses consumidores tinham que gastar muito tempo e esforço para descobrir o que havia de melhor entre as inúmeras ofertas, ou tinham que confiar em fontes que são distantes, anônimas ou não confiáveis (ou influenciadas pela marca) e assim potencialmente enganadoras ou irrelevantes.

Aqui estão 5 maneiras pelas quais o Fator F  influencia o comportamento do consumidor:

1-Descoberta: como os consumidores descobrem novos produtos e serviços, confiando em suas relações sociais.

2-Classificação: como consumidores irão receber cada vez mais, e de forma automática, recomendações e resenhas personalizadas através de suas redes sociais.

3-Feedback: como consumidores podem pedir a opinião de seus amigos e seguidores para melhorar e validar as suas decisões na hora de uma compra.

4-Colaboração: como o ato da compra está se tornando cada vez mais uma atividade social, mesmo quando os consumidores e seus amigos não estão fisicamente juntos.

5-Personalização: como as redes sociais dos consumidores estão se tornando literalmente produtos e serviços.

E a sua empresa, já está pensando no Fator F?

Para ler o post em inglês clique aqui

Fonte: www.trendwatching.com. One of the world’s leading trend firms, trendwatching.com sends out its free, monthly Trend Briefings to more than 160,000 subscribers worldwide.

Os seis medos das empresas nas redes sociais

set 26

Especialista explica às empresas como enfrentar as principais questões que ainda as impede de ter uma estratégia para este tipo de comunicação

As empresas ainda têm medo de se engajar nas redes sociais, apresentando justificativas como a de que elas fazem os funcionários perder tempo e que as pessoas que odeiam as marcas delas poderão causar danos. O estrategista de marketing e palestrante B. L. Ochman apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo.

Os empregados perderão tempo com redes sociais:

Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.

Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.

O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.

Os “odiadores” irão causar dano à marca:

“E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?”, é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.

Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.

Perderemos o controle da marca:

Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.

Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.

Redes sociais demandam dinheiro:

Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.

Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.

Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: “Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro”.

Estamos com medo de processos jurídicos:

Essa não. Próxima por favor!

Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:

Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.

Do Advertising Age, lido no Meio e Mensagem.

O impacto das mídias sociais nas bilheterias dos cinemas

ago 21

Estudios avaliam o impacto imediato das redes sociais na bilheteria

Especialistas em bilheteria de cinema nos EUA acreditam que o Twitter e outras redes sociais podem ser a causa das quedas bruscas no volume de alguns publicos ou do sucesso de outros titulos. Isso porque permitem elogios ou criticas instantâneas de quem foi ver os filmes na estreia. As redes sociais reduziram para poucas horas o tempo de multiplicaçao do boca a boca, diz materia do Baltimore Sun. “Ninguém segura o Twitter”, resume Stephen Bruno, diretor de marketing da Weinstein Co. Os estudios estao tentando avaliar o impacto de uma avalanche de tweets e de como isso pode afetar o desempenho de um filme. Espectadores que nao gostaram de ‘Bruno’ e twitaram sobre isso podem, por exemplo, ter provocado a queda de 39% na bilheteria entre a 6a feira da estreia e o sábado.

Direto do Blue Bus

“Porque eu odeio mídias sociais”

jun 22

Why I Hate Social Media

Because Media Itself Just Isn’t That Interesting — Not Even the Social Kind

At the risk of being branded a heretic or perhaps just being shown the door by my agency HR director, I have to say it: I hate social media. Why? Because it’s just media. And since when was media ever interesting? read all »





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