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Como anda sua imagem na internet?

abr 18

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No mundo virtual, a visão que as pessoas têm sobre a sua marca é proporcional ao que dizem sobre você. Como gerenciar a imagem da sua empresa quando uma busca do Google pode definir se o consumidor terá uma impressão boa ou ruim sobre a sua empresa? Inspiradas em matéria da revista Info, veja 5 dicas básicas para trabalhar a sua reputação virtual:

1-Tenha uma voz ativa

O primeiro passo para poder gerenciar a sua presença online é ter uma presença online. Procure ter perfis em redes sociais relevantes para a sua marca e seu público e alimente-os com conteúdo que apresente a imagem e valores que você deseja passar. E procure ter a sua própria “minirrede” montando links entre os seus perfis.

2-Saiba o que estão falando sobre você

Monitore o que os seus consumidores estão falando sobre o seu produto e serviço e conheça quem são as pessoas que falam sobre você na internet. São mulheres? Jovens? Solteiros ou casados? Aprenda sobre o seu público para poder falar diretamente com ele.

3-Se relacione com o seu público

Interaja com o seu público-alvo. Não ignore as menções a respeito da sua marca, tampouco responda apenas a elogios. O seu público só terá um engajamento positivo e duradouro com o seu conteúdo online se eles tiverem confiança de que serão ouvidos e respeitados.

4-Seja rápido

Aceite que não é possível controlar o que os internautas falam sobre a sua marca. Esteja consciente que, no meio virtual, a marca pertence ao usuário. Monitore as menções sobre a sua marca para identificar situações que possam indicar algum risco para a sua imagem virtual, como uma reclamação no Twitter ou um post mais ácido em um blog.

5-Seja transparente

Aja como se tudo o que você diz no meio online (e offline) possa ser rastreado por qualquer um e usado contra você, porque isso realmente pode acontecer. É preciso manter um discurso homogêneo; a mensagem que você anuncia publicamente deve ser consistente com a que você compartilha a portas fechadas.

O Impacto do Terremoto no Japão nas Redes Sociais

mar 30

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(fonte da imagem: http://blog.signalnoise.com/2011/03/11/help-japan/)

Um período de tragédia aflige o Japão em conseqüência do terremoto e tsunami ocorridos no dia 11 de março. São em momentos adversos como esse que a mobilização popular mostra o seu poder, e em tempos de web 2.0 essa mobilização tem sido refletida cada vez mais através das redes sociais.

Veja o impacto e repercussão que a catástrofe teve no Google e principais sites de redes sociais, e como eles se manifestaram em relação aos desastres, se transformando em ferramentas vitais para contornar o desastre japonês:

Google

No mês de março, o volume de pesquisas por termos como “earthquake in japan” e “tsunami in japan” tiveram um aumento de mais de 5.000%

A maior ferramenta de busca da internet se tornou também o principal Centro Online sobre os desastres. Além do Person Finder, onde é possível encontrar e disponibilizar informações sobre vítimas dos desastres, o Google Crisis Response inclui informações de utilidade pública como mapas com a situação de trânsito nas cidades afetadas e localizações de abrigos.

Facebook

A rede social contabilizou 4,5 milhões de atualizações de status de 3,8 milhões de usuários do mundo inteiro que mencionavam as palavras “Japan”, “earthquake” ou “tsunami”, isso apenas no dia 11 de março.

Através do aplicativo Causes, mais de 200.000 dólares foram arrecadados até agora, com cerca de 5.000 pessoas agindo como promovedores da causa.

Twitter

Com as linhas telefônicas do Japão fora do ar, muitos japoneses se comunicavam através de 140 caracteres. Apenas uma hora depois do terremoto, eram mais de 1.200 tweets por minuto provenientes de Tóquio.

Usuários de todas as partes do mundo trocaram mensagens relativas aos desastres, e a hashtag #prayforjapan já foi utilizada mais de 2 milhões de vezes. Cerca de 50 causas relacionadas ao Japão foram criadas no aplicativo Twibbon, com mais de 50.000 usuários adornando seus avatares com frases como “pray for Japan” ou “we Love Japan”.

Youtube

O blog de notícias e política do canal, o CitizenTube, vem recolhendo vídeos relacionados aos acontecimentos no Japão desde o dia 11. Até agora, cerca de 18 vídeos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de visualizações. A palavra “tsunami” é o 2º termo mais procurado no Youtube no mês de março.

O Youtube também criou um canal em japonês onde os afetados pelos desastres podem mandar mensagens em vídeo.

Para fazer uma doação em prol das vítimas no Japão, acesse o Crisis Response do Google


Fontes:

http://www.google.com/insights/search/#q=japan&date=3%2F2011%201m&cmpt=q

http://mashable.com/2011/03/11/japan-tsunami/

http://mashable.com/2011/03/14/how-facebook-users-reacted-to-the-japan-earthquake-tsunami-animated-graphic/

http://youtube-trends.blogspot.com/2011/03/earthquake-tsunami-draw-major-global.html

Os seis medos das empresas nas redes sociais

set 26

Especialista explica às empresas como enfrentar as principais questões que ainda as impede de ter uma estratégia para este tipo de comunicação

As empresas ainda têm medo de se engajar nas redes sociais, apresentando justificativas como a de que elas fazem os funcionários perder tempo e que as pessoas que odeiam as marcas delas poderão causar danos. O estrategista de marketing e palestrante B. L. Ochman apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo.

Os empregados perderão tempo com redes sociais:

Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.

Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.

O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.

Os “odiadores” irão causar dano à marca:

“E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?”, é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.

Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.

Perderemos o controle da marca:

Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.

Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.

Redes sociais demandam dinheiro:

Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.

Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.

Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: “Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro”.

Estamos com medo de processos jurídicos:

Essa não. Próxima por favor!

Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:

Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.

Do Advertising Age, lido no Meio e Mensagem.

A popularidade do Orkut no Brasil

jun 15

Recentemente foi levantada uma discussão interessante no BlueBus. Um post gerou repercussão (leia todos aqui) ao questionar se o Orkut não estaria perdendo a popularidade no Brasil, uma vez que o volume de buscas no Google pela marca vem diminuindo ao longo dos anos, conforme mostra o gráfico abaixo. read all »

Redes sociais são as que mais crescem

abr 17

Segmento é o quarto mais popular no ambiente web e está à frente, por exemplo, do e-mail pessoal, segundo dados da Nielsen.

Visitado por mais de dois terços (67%) da população on-line mundial, os ‘Member Communities’ que englobam as redes de relacionamento e blogs se tornaram a quarta categoria on-line mais popular – à frente do e-mail pessoal. O crescimento é duas vezes maior que qualquer outro dos quatro maiores setores (busca, portais, software para PC e e-mail), de acordo com o relatório da The Nielsen Company “Global Faces and Networked Places” (faces globais e lugares plugados),disponibilizado recentemente. read all »





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